
Creio que a decisão, apesar de polêmica, foi a melhor. Mesmo não concordando em muitas coisas com o atual presidente do STF, foi uma boa decisão.
Quanto aos que discordam neste espaço livre que é a internet, basta ver a preocupação com seus textos (publicados sem a mínima correção, mostrando pouco ou nenhum respeito para com quem irá ler), que entenderemos por que pessoas habituadas à leitura e boa educação, porém não diplomadas, continuam a ter prestígio nas redações em geral. Em minha cidade, temos alguns ‘jornalistas’ sem diploma, que escrevem mal e envergonham a classe. Porém, temos outros que, ao contrário, enaltecem qualquer publicação que se disponha a acolhe-los.
De minha parte, recebo ao menos duas vezes por semana a visita (ou um e-mail) de um formado (ou quase) em jornalismo, que solicita pautas, textos etc. Fico desolado, mas nunca deixo-os na mão. Sempre penso: “O bom profissional ‘professa’ ou seja, passa adiante seu conhecimento”! É isso o que deveriam fazer professores e todos os profissionais, ao invés de ficarem preocupados com concorrentes diretos. Quem sabe e o faz bem, sempre terá espaço no mercado.
Sobre o mercado, é claro que jornais e todas as formas ‘midiásticas’ são empresas privadas que devem gerar receita, pois todos tem que comer. Imparcialidade é algo empírico, pois se meu anunciante for, direta ou indiretamente prejudicado por algo publicado em meu veículo, lógico que ele vai tomar providências nada salutares à manutenção do veículo em questão.
Meninos, coloquem seus pés no chão e vivam a vida com mais apreço a vocês e ao próximo, que tudo será mais fácil. Jornalismo não tem nada de romantismo nem de acadêmico. É apenas mais um fundo de comércio que substituiu a fofoca por algo mais de que pintura rupestre e necessita de acuidade que não se absorve na faculdade, mas, que retira de lá bons ensinamentos e diploma, pra quem irá necessitar deste.




